Restauração Capilar

O tratamento cirúrgico da alopecia androgenética evoluiu muito nos últimos vinte anos. Passamos dos tratamentos com punchs de grandes diâmetros e da utilização de retalhos, expansores e cirurgias de redução do couro cabeludo para uma técnica refinada e muito eficaz que não só proporcionou uma grande redução do número de complicações como também um excelente resultado estético e duradouro. Cirurgiões brasileiros membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica muito têm se destacado na contribuição da evolução das técnicas mais aprimoradas para realização da cirurgia de restauração capilar, empregando conhecimentos técnicos e científicos e realizando pesquisas com objetivo de tornar esse procedimento uma cirurgia de resultados gratificantes para o cirurgião da calvície e para o paciente, o maior beneficiário do tratamento. Duas técnicas cirúrgicas são empregadas atualmente para o tratamento da calvície androgenética. A técnica FUE (Extração de Unidades Foliculares) e a técnica FUT (Transferência de Unidades Foliculares). As duas tem como objetivo a redistribuição das unidades foliculares captadas nas áreas doadoras (áreas laterais e posterior da cabeça) e transplantadas para as áreas receptoras (áreas de calvície).

As técnicas atuais de transplante de cabelos podem preencher as zonas calvas e restaurar as linhas do cabelo (anterior, entradas e zonas das costeletas). O cabelo transplantado tem seu ciclo de crescimento normal, não sendo necessário cuidados especiais para sua manutenção além dos cuidados habituais (lavar, pentear e cortar) os cabelos perdidos. O transplante de cabelo consiste em remover pele com raízes permanentes de cabelo das áreas lateral e posterior do couro cabeludo (áreas doadoras) e com a utilização de microscopia ótica, confeccionar as unidades foliculares (contendo 1 a 4 raízes) e redistribuí-las nas áreas de calvície ou áreas receptoras. Os microenxertos são então meticulosamente inseridos na área calva ou áreas de rarefação do couro cabeludo (área receptora) de forma a respeitar todas unidades foliculares pré-existentes nessa área e na mesma orientação de crescimento do pelo existente no local. A confecção dessas microunidades foliculares permitiu aos cirurgiões de calvície a criação de linhas frontais delicadas extremamente naturais sem aspecto de cabelos artificiais nem em tufos tão comuns nos transplantes executados no passado com os punchs.

Dependendo do grau de calvície presente, são necessários 2 a 3 procedimentos com milhares de unidades foliculares transplantadas para a correção e para proporcionar uma maior densidade, tendo como base a área de calvície em potencial (a qual limita a área doadora “segura”), cor, textura e densidade do cabelo, tipo de técnica que será utilizada e o objetivo específico de cada paciente. Nos dias de hoje a cirurgia de transplante de cabelo é muito segura. No Período de 24 horas pequenas crostas se formam sobre cada enxerto; essas crostas caem aproximadamente em duas semanas. As unidades foliculares transplantadas, iniciam o crescimento de cabelos cerca de três meses após o procedimento continuando seu crescimento pelo resto da vida. À medida que homens e mulheres envelhecem há, em geral, uma diminuição da densidade dos cabelos, o que acontece naturalmente também com os cabelos transplantados.

Os transplantes capilares podem durar de 6 a 10 horas, sendo realizados sob efeito de anestesia local associada a anestesia geral endovenosa. Os pacientes normalmente permanecem acordados sentindo-se, porém, muito relaxados devido ao efeito do anestésico. A cirurgia de maneira geral muito segura e confortável. As áreas doadoras, de onde foram colhidas as unidades foliculares são fechadas com fios de sutura absorvíveis, com exceção da técnica de Extração de Unidades Foliculares (FUE) que não requer fechamento cirúrgico com suturas.

As unidades foliculares são colocadas uma a uma na região receptora (área calva), em diminutas incisões feitas com implanters ou agulhas. O cirurgião explicará ao paciente os prós e contras das várias técnicas de transplante. Ao término da cirurgia, é aplicado um curativo leve ou, após um período de observação o paciente é dispensado sem nenhum curativo. Após o término do procedimento o cirurgião fornece as orientações pós-operatórias verbalmente e por escrito.

O transplante de capilar é uma cirurgia de pequeno risco e muito segura. Complicações são raras. Normalmente o paciente sente um pequeno desconforto na área doadora e na área enxertada. Alguns pacientes referem uma “tensão” na área doadora por 3 dias sendo lhes então prescrito analgésico, anti-inflamatórios e relaxante muscular para tratar esse sintoma.  Recomenda-se aos pacientes que durmam em posição semi-sentada com auxílio de travesseiros ou almofadas e utilizem compressas geladas por 2 a 3 dias para diminuir o inchaço e as equimoses. Pequenas crostas se formam sobre cada enxerto. Elas podem ser camufladas pelo cabelo preexistente penteado sobre elas. Essas crostas irão desprender-se e cair entre 5 a 14 dias após a cirurgia. O cabelo transplantado parece crescer, mas logo se desprende do couro cabeludo e cai; as raízes, porém, permanecem em estado dormente por 10 a 12 semanas, quando então os novos cabelos começam a crescer. A dormência pode ser sentida tanto na área doadora como receptora desaparecendo num período de 2 a 8 meses após a cirurgia. Uma pequena porcentagem de pacientes pode apresentar inchaço na área da testa e das pálpebras por alguns dias após a cirurgia. Isso pode acontecer por volta do 3o dia pós-operatório e desaparece após 3 a 5 dias. A ocorrência de infecções nesta cirurgia é extremamente rara. A maioria dos pacientes refere uma pequena área de dormência acima da incisão da área doadora e na área central do couro cabeludo por alguns meses.

Indicações para cirurgia de restauração capilar

Qualquer pessoa que tenha sofrido perda permanente de cabelos pode ser um candidato à cirurgia de restauração capilar. São indicações:

  • Homens apresentando calvície hereditária masculina
  • Mulheres com calvície hereditária feminina
  • Homens ou mulheres que queiram restaurar ou mudar a linha de implantação anterior dos cabelos
  • Pessoas com áreas de cicatrizes por acidentes ou por doenças que deixam cicatrizes ou áreas de perda dos cabelos.
  • Pessoas que sofreram perda permanente de cabelos após cirurgias, como por exemplo cirurgias de rejuvenescimento facial, áreas doadoras do transplante capilar.
  • Pessoas que realizaram transplantes por técnicas antigas e que adquiriram um aspecto estigmatizado com insatisfação do resultado.
  • Pessoas que desejam aumentar a densidade ou restaurar suas sobrancelhas, cílios e barba.
  • Homens e mulheres que desejam ter cabelos ou pelos em áreas rarefeitas.

Cirurgia de Restauração Capilar

O tratamento cirúrgico da alopecia androgenética evoluiu muito nos últimos vinte anos. Passamos dos tratamentos com punchs de grandes diâmetros e da utilização de retalhos, expansores e cirurgias de redução do couro cabeludo para uma técnica refinada e muito eficaz que não só proporcionou uma grande redução do número de complicações como também um excelente resultado estético e duradouro. Cirurgiões brasileiros membros da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica muito têm se destacado na contribuição da evolução das técnicas mais aprimoradas para realização da cirurgia de restauração capilar, empregando conhecimentos técnicos e científicos e realizando pesquisas com objetivo de tornar esse procedimento uma cirurgia de resultados gratificantes para o cirurgião da calvície e para o paciente, o maior beneficiário do tratamento. Duas técnicas cirúrgicas são empregadas atualmente para o tratamento da calvície androgenética. A técnica FUE (Extração de Unidades Foliculares) e a técnica FUT (Transferência de Unidades Foliculares). As duas tem como objetivo a redistribuição das unidades foliculares captadas nas áreas doadoras (áreas laterais e posterior da cabeça) e transplantadas para as áreas receptoras (áreas de calvície).

As técnicas atuais de transplante de cabelos podem preencher as zonas calvas e restaurar as linhas do cabelo (anterior, entradas e zonas das costeletas). O cabelo transplantado tem seu ciclo de crescimento normal, não sendo necessário cuidados especiais para sua manutenção além dos cuidados habituais (lavar, pentear e cortar) os cabelos perdidos. O transplante de cabelo consiste em remover pele com raízes permanentes de cabelo das áreas lateral e posterior do couro cabeludo (áreas doadoras) e com a utilização de microscopia ótica, confeccionar as unidades foliculares (contendo 1 a 4 raízes) e redistribuí-las nas áreas de calvície ou áreas receptoras. Os microenxertos são então meticulosamente inseridos na área calva ou áreas de rarefação do couro cabeludo (área receptora) de forma a respeitar todas unidades foliculares pré-existentes nessa área e na mesma orientação de crescimento do pelo existente no local. A confecção dessas microunidades foliculares permitiu aos cirurgiões de calvície a criação de linhas frontais delicadas extremamente naturais sem aspecto de cabelos artificiais nem em tufos tão comuns nos transplantes executados no passado com os punchs.

Dependendo do grau de calvície presente, são necessários 2 a 3 procedimentos com milhares de unidades foliculares transplantadas para a correção e para proporcionar uma maior densidade, tendo como base a área de calvície em potencial (a qual limita a área doadora “segura”), cor, textura e densidade do cabelo, tipo de técnica que será utilizada e o objetivo específico de cada paciente. Nos dias de hoje a cirurgia de transplante de cabelo é muito segura. No Período de 24 horas pequenas crostas se formam sobre cada enxerto; essas crostas caem aproximadamente em duas semanas. As unidades foliculares transplantadas, iniciam o crescimento de cabelos cerca de três meses após o procedimento continuando seu crescimento pelo resto da vida. À medida que homens e mulheres envelhecem há, em geral, uma diminuição da densidade dos cabelos, o que acontece naturalmente também com os cabelos transplantados.

 

Os transplantes capilares podem durar de 6 a 10 horas, sendo realizados sob efeito de anestesia local associada a anestesia geral endovenosa. Os pacientes normalmente permanecem acordados sentindo-se, porém, muito relaxados devido ao efeito do anestésico. A cirurgia de maneira geral muito segura e confortável. As áreas doadoras, de onde foram colhidas as unidades foliculares são fechadas com fios de sutura absorvíveis, com exceção da técnica de Extração de Unidades Foliculares (FUE) que não requer fechamento cirúrgico com suturas.

As unidades foliculares são colocadas uma a uma na região receptora (área calva), em diminutas incisões feitas com implanters ou agulhas. O cirurgião explicará ao paciente os prós e contras das várias técnicas de transplante. Ao término da cirurgia, é aplicado um curativo leve ou, após um período de observação o paciente é dispensado sem nenhum curativo. Após o término do procedimento o cirurgião fornece as orientações pós-operatórias verbalmente e por escrito.

 

O transplante de capilar é uma cirurgia de pequeno risco e muito segura. Complicações são raras. Normalmente o paciente sente um pequeno desconforto na área doadora e na área enxertada. Alguns pacientes referem uma “tensão” na área doadora por 3 dias sendo lhes então prescrito analgésico, anti-inflamatórios e relaxante muscular para tratar esse sintoma.  Recomenda-se aos pacientes que durmam em posição semi-sentada com auxílio de travesseiros ou almofadas e utilizem compressas geladas por 2 a 3 dias para diminuir o inchaço e as equimoses. Pequenas crostas se formam sobre cada enxerto. Elas podem ser camufladas pelo cabelo preexistente penteado sobre elas. Essas crostas irão desprender-se e cair entre 5 a 14 dias após a cirurgia. O cabelo transplantado parece crescer, mas logo se desprende do couro cabeludo e cai; as raízes, porém, permanecem em estado dormente por 10 a 12 semanas, quando então os novos cabelos começam a crescer. A dormência pode ser sentida tanto na área doadora como receptora desaparecendo num período de 2 a 8 meses após a cirurgia. Uma pequena porcentagem de pacientes pode apresentar inchaço na área da testa e das pálpebras por alguns dias após a cirurgia. Isso pode acontecer por volta do 3o dia pós-operatório e desaparece após 3 a 5 dias. A ocorrência de infecções nesta cirurgia é extremamente rara. A maioria dos pacientes refere uma pequena área de dormência acima da incisão da área doadora e na área central do couro cabeludo por alguns meses.

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